Tem dias que as coisas ficam assim
Sem gosto
O tédio toma conta
A esperança sempre morre
o que se pode imaginar é o mínimo.
Se o ar já começa a se dispor do corpo
Como um bater de sinos acordamos do vazio, para o silencio.
A destruímos as cortina dos olhos.
O tom da água Cai como um desabar de prédios
E nada passa a ter palavras
Sem fugir da realidade ES estar
As coisas ficam, mudas
Com uma leve impressão de estar ali, agora,
o que se deseja em um dia como estes
é um sopro de liberdade
de tudo que ate hoje vivi.
12/04/2010
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