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12/04/2010

No fim Da imagem

Tem dias que as coisas ficam assim



Sem gosto


O tédio toma conta


A esperança sempre morre


o que se pode imaginar é o mínimo.


Se o ar já começa a se dispor do corpo


Como um bater de sinos acordamos do vazio, para o silencio.


A destruímos as cortina dos olhos.


O tom da água Cai como um desabar de prédios


E nada passa a ter palavras


Sem fugir da realidade ES estar


As coisas ficam, mudas


Com uma leve impressão de estar ali, agora,


o que se deseja em um dia como estes


é um sopro de liberdade


de tudo que ate hoje vivi.









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