Se viver era não ter você.
Prefiro estar morto e sujo.
Juro que prefiro não ter.
Termino o dia no estrago da vida.
Seria mais simples e lúdica com algo.
Que viria no seu planar.
Sem se esforça, nem desmanchar as vestes.
Que me deu na noite dezenove
Clara e pálida ficou a feição da madrugada.
Zombar da tristeza virou diverçao
Que me alimentava.
Ate que de fome, me deixou viver.
Assim sem gestos que mexa que balance que enlouquece.
Vivi forçado a desnatura minha própria alegria.
Desnuda sem vergonha.
Volumosa ficava ao canto.
Olhando cada passo seu.
Distante reclama a mim cadê o sonhador.
Apanhou sonhos e partiu.
Ficou tirano de si mesmo.
Sim foi o sonhador que apanhou sonhos é partiu.
A terra é distante sem barco que leve ou que traga.
Tragado pela solidez da vida.
Que antes fazia planos.
agora apanha sonho Vivendo outros momentos.
Pobre sonhador.
Apanhador! Junta pedaços.
Deixados aos chãos nas camas.
Que procurava sorrindo
Aberta as portas achava motivos.
Inteiro para viver, na beira.
No nada e no tudo viveu o sonhador.
Sem dormi, acendeu e apagou.
Passou e viveu.
Um momento romântico entre loucos e filisteus.
Estranheza voraz.
Acendeu viveu sonhou, apagou acordou definhou.
Entre opostos engarfados.
ES longe do olhar.
E perto do sonhar.
Rezo pra dormi e não acordar.
se foi um sonhador.
30/10/2008
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