No nada.
Hoje me bateu tristeza.
Pedras vão e pedras foram.
E eu continuo aqui.
Não sei se lento.
Ou fora de forma.
Paralítico ou sem vontade.
Um pródigo mendigo da verdade.
Sem vestimentas de vontade.
Incumbido de vazio.
Acho a flor amarga da esperança.
Em vagos surdos lagos de lagrimas.
Em perimas sobras.
Caminho calado.
Copiosos cristais flamam minha pele.
Da face, do ombro do peito.
Menino solitário mendigo sem jeito.
Cada som escreve o que eu quero escutar.
Ao fundo sou surto não quero mais falar.
Livro: nem todos os poetas são mortos
Anderson ser
30/01/2008
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1 comentários:
Continua escrevendo muito bem. Diferente de alguns meses atrás, agora parece ter sentimentos pesando sobre as palavras que utiliza para expressá-los. Espero que seja apenas impressão minha.
Parabéns pela iniciativa de criar um blog, é ótimo para você postar sempre que puder algumas de suas poesias e divulgá-lo.
Até mais ver poeta.
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