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31/01/2008

Anderson Serpa e Joathas Bezerra. Parceria que deu certo.

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Trabalhando juntos há três anos, a dupla Anderson Serpa e Joathas Bezerra, uniram música e poesia para produzir um show onde arte de cantar fosse vista e sentida pelo público.

A segunda formação da Banda Carcará, foi retomada por Anderson Serpa, Joathas Bezerra e Anderson Costa, formando um grupo musical que vem agradando aos ouvidos mais exigentes. Para Joathas Bezerra, que é violonista, a música deve ser sentida pela alma, sendo a expressão viva da arte. Suas bases musicais estão na bossa e no blues, e em suas composições há uma mesclagem de rítimos, formando um som puramente regional.

Foto: Joathas Bezerra no show "A Você"

Sobre Anderson Serpa

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Anderson Serpa, natural de Recife-PE, é poeta, cantor, compositor, ator e dirige peças de teatro. Atualmente trabalha no projeto da peça "Mundo Paralelo" que irá estrear este ano no Teatro Deodoro, na capital alagoana. Suas composições vão da MPB ao Blues e entre seus parceiros na música estão Joathas Bezerra, Paulo Mendes, Anderson Costa, Thiago Refrão, Marcelo Marques e Diogo Oliveira com quem em seu último show intitulado "A Você" cantou o blues "A Cor da Blusa". Para conferir um pedacinho do show, que além dos gêneros blues e MPB, teve muito maracatu, é só acessar o link do you tube: www.youtube.com/andersonserpa10 (vídeo do maracatu "Cabeça de Lampião" e o vídeo do blues "A cor da Blusa" com a participação de Diogo Oliveira.
Foto: Diogo Oliveira e Anderson Serpa

30/01/2008

No nada.

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No nada.

Hoje me bateu tristeza.
Pedras vão e pedras foram.
E eu continuo aqui.
Não sei se lento.
Ou fora de forma.
Paralítico ou sem vontade.
Um pródigo mendigo da verdade.


Sem vestimentas de vontade.
Incumbido de vazio.
Acho a flor amarga da esperança.
Em vagos surdos lagos de lagrimas.
Em perimas sobras.
Caminho calado.
Copiosos cristais flamam minha pele.
Da face, do ombro do peito.
Menino solitário mendigo sem jeito.
Cada som escreve o que eu quero escutar.
Ao fundo sou surto não quero mais falar.

Livro: nem todos os poetas são mortos
Anderson ser

28/01/2008

ponto.

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Sem buscar palavras bonitas.
Ou alinhar textos literários.
Sem gemer de dentro da mente.
E não ter o peito cheio de dor.
Ofegar a magoa de ontem.
Lembra do futuro morno.
Sonhar com as latas vazias.
Vazio seria meu sonho.
Não terei muitas palavras.
Dentro da linha do segundo.
Afundarei-me amargo.
Malfadado ficará.
Em um sitio maltratado.
Nada vem e nada vai.
Sem ver sentir ou pensar.
Tudo átomo, tudo morto tudo morno.